É incrível como se dá a minha relação com a música. É incrível como às vezes eu preciso usar de subterfúgios e mensagens subliminares para me comunicar com as pessoas. Mas o mais incrível é como eu gosto de unir as duas coisas (música e mensagens subliminares) para atingir meus objetivos.
"Pode chegar que aqui você sabe bem como é. Deixa rolar aquele sentimento que eu sei que você quer. Vamo zuar, só eu e você, você e eu. Vamo lá chega mais, chega pra cá e deixa tudo pra trás."
Quando seu pensamento tá muito voltado para uma determinada pessoa ou para um mesmo foco, as coisas parecem naturalmente fazer mais sentido, e tudo te faz pensar nessa pessoa, nesse algo, nesse momento. E também parece que o universo conspira para que as coisas aconteçam como você espera (pode ser também interferência da Mãe Alice).
"Chega de besteira e vem curtir esse barato que eu tô te dando uma opção. Aqui não tem bobeira, o que rola é gafieira, o clima de união. Cerveja gelada, a pista lotada, noite quente e um bilhar... Pra acompanhar o desejo de te encontrar..."
Minha grande amiga Sue, que é presença constante na minha vida e nos meus posts, diz que quando as músicas do Fábio Júnior começam a fazer sentido pra você, é porque o bicho tá pegando realmente. No meu caso, troco a figura de Fábio Júnior pelo o menos ilustre, mas mais signficante, João Sabiá, que tem compartilhado comigo esses anseios, momentos, esse querer e muito do que ele me diz tem me feito um sentido absurdo!
Vivo uma situação questionável. Questionável pra mim e para todos os envolvidos. Chega a ser angustiante, às vezes. Mas ela tem um lado bom, um lado gostoso... maliciosamente delicioso, eu diria. Situações questionáveis são difíceis quando estão ligadas a sentimentos. Issio me remete ao João novamente: "Tá muito perigoso o que a gente tá fazendo, mas vamo confiar. Não quero mais me perguntar se hoje eu devo ou não devo te encontrar." O que é certo? O que é errado? isso é um erro? Eu sou um erro? Isso é o presente ou o futuro?
"Só pra te mostrar que eu quero prolongar a estadia com você. Vou te convidar pra me conhecer, só pra te mostrar que eu quero provocar a ousadia em você. Vou te convidar pra me conhecer. E o que der vai dar."
Desencana, Julinha... Deixa um pouco (só um pouco) de lado o 'O que eu devo fazer' e se concentra mais (um pouquinho mais) no 'O que eu quero fazer'. Assim acho que vai ser me menos angustiante, menos questionável mas também mais prazeroso.
Voilá! Carpe diem... e carpe noctem também!
"Pode chegar que aqui você sabe bem como é. Deixa rolar aquele sentimento que eu sei que você quer. Vamo zuar, só eu e você, você e eu. Vamo lá chega mais, chega pra cá e deixa tudo pra trás."
Quando seu pensamento tá muito voltado para uma determinada pessoa ou para um mesmo foco, as coisas parecem naturalmente fazer mais sentido, e tudo te faz pensar nessa pessoa, nesse algo, nesse momento. E também parece que o universo conspira para que as coisas aconteçam como você espera (pode ser também interferência da Mãe Alice).
"Chega de besteira e vem curtir esse barato que eu tô te dando uma opção. Aqui não tem bobeira, o que rola é gafieira, o clima de união. Cerveja gelada, a pista lotada, noite quente e um bilhar... Pra acompanhar o desejo de te encontrar..."
Minha grande amiga Sue, que é presença constante na minha vida e nos meus posts, diz que quando as músicas do Fábio Júnior começam a fazer sentido pra você, é porque o bicho tá pegando realmente. No meu caso, troco a figura de Fábio Júnior pelo o menos ilustre, mas mais signficante, João Sabiá, que tem compartilhado comigo esses anseios, momentos, esse querer e muito do que ele me diz tem me feito um sentido absurdo!
Vivo uma situação questionável. Questionável pra mim e para todos os envolvidos. Chega a ser angustiante, às vezes. Mas ela tem um lado bom, um lado gostoso... maliciosamente delicioso, eu diria. Situações questionáveis são difíceis quando estão ligadas a sentimentos. Issio me remete ao João novamente: "Tá muito perigoso o que a gente tá fazendo, mas vamo confiar. Não quero mais me perguntar se hoje eu devo ou não devo te encontrar." O que é certo? O que é errado? isso é um erro? Eu sou um erro? Isso é o presente ou o futuro?
"Só pra te mostrar que eu quero prolongar a estadia com você. Vou te convidar pra me conhecer, só pra te mostrar que eu quero provocar a ousadia em você. Vou te convidar pra me conhecer. E o que der vai dar."
Desencana, Julinha... Deixa um pouco (só um pouco) de lado o 'O que eu devo fazer' e se concentra mais (um pouquinho mais) no 'O que eu quero fazer'. Assim acho que vai ser me menos angustiante, menos questionável mas também mais prazeroso.
Voilá! Carpe diem... e carpe noctem também!